*Por Gerson Balione
Foi assim que tudo começou, com este belo poema ingressei no mundo literário.
O Vento
O vento sopra...
O vento sopra gotículas...
O vento sopra gotículas de saliva de um ignóbil falador
Que esbraveja aos quatro cantos
Com a garganta enrijecida
Pela força exercida ao esbravejar
Lançando gotas perdidas no ar
Um político, um lunático?
Um perturbado mental?
Um religioso maluco?
Ou um tarado, por ter ficado eunuco?
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